Pintura do brasileiro Portinari é leiloada por US$ 1,4 milhão em Nova York

A obra "Meninos Soltando Pipas", do pintor paulista Cândido Portinari (1903-1962), foi vendida nesta quarta-feira em Nova York por US$ 1,4 milhão e alcançou um recorde de venda para o artista em um leilão de arte latino-americana realizado pela casa Christie's.

"A arte brasileira tem uma grande demanda mundial e muitos olhos estão postos sobre ela. Sempre está muito bem representada em nossas vendas, mas agora ainda mais", destacou o especialista de arte da Christie's, Virgilio Garza.

Neste leilão, que oferece 300 lotes, os artistas brasileiros estão representados em um total de 40 obras, com estilos que abrangem desde o período clássico ao contemporâneo.

Na obra de Portinari, de 1941, o artista retrata quatro crianças com suas pipas e brinca com as cores fortes dos personagens, que contrastam com a paisagem de fundo.

O valor de US$ 1,4 milhão supera o recorde alcançado por uma obra do brasileiro em leilões, que até o momento era de "Navio Negreiro", pela qual um comprador pagou US$ 1,1 milhão no último mês de maio.

Durante o leilão também foram vendidas as obras "Fachada" e "Bandeirinhas e Mastro" do também paulista Alfredo Volpi, por US$ 783.750 e US$ 507.750 respectivamente.

A atenção dos colecionadores também se centrou na monumental escultura de bronze "Bailarines" do colombiano Fernando Botero, vendida por US$ 1,1 milhão. Outra das peças destacadas foi "Mulheres com Frutas", uma das obras que melhor captura a estética do mexicano Alfredo Ramos Martínez (1871-1946), que também alcançou US$ 1,1 milhão.

Via Agência EFE

7 Kinds of Monkeys lança o primeiro CD reunindo Jack Endino e o brasileiro Amaro Lima


Algumas trocas de emails e fitas demo precederam o convite do cantor, compositor e guitarrista capixaba Amaro Lima (ex-Mahnimal) ao produtor Jack Endino: formar a banda 7 Kinds of Monkeys e, assumindo o contra-baixo, gravar um CD juntos. O convite foi aceito e o produtor que ajudou a explodir a cena grunge no início dos anos 90 com discos de bandas como Nirvana, Soundgarden e Mudhoney, aceitou o desafio de compor, gravar e mixar o álbum em apenas seis dias em seu estúdio em Seattle. Assim nasceu “Search for Gold”, primeiro disco da banda, formada ainda por Barret Martin (ex-baterista do Screaming Trees e de projetos com REM e Stone Temple Pilots) e pelo guitarrista carioca Ricardo Mendes (já gravou com Djavan, Ed Motta, Adriana Calcanhoto e Shakira, dentre outros).
São onze músicas, cantadas em inglês, a maioria compostas por Amaro Lima – a exceção fica por conta da instrumental “The Caboclos Jam”, uma sinergia com origem no diálogo entre influências norte-americanas e brasileiras. O disco começa com “Search for Gold”, que dá nome ao disco, abrindo os trabalhos com força, peso e velocidade, dando o norte do que vem em seguida. A segunda faixa, “Lose control”, outro destaque do disco, não perde tempo e mantém a aceleração e a densidade inicial, assim como em “Can”, aqui um encontro notável dos arranjos vocais de Amaro com as linhas nada leves de guitarra. O disco traz também surpresas pulsantes, não tão aceleradas, também não menos empolgantes, como “Sweet surender” e “Tell You”, que figuram entre os pontos altos do disco. O resultado final do disco é um som pesado que segundo o próprio Endino “tem seção rítmica de guitarras e melodia com punch brasileiro e uma cozinha de baixo e batera rockn’roll bem americanos”.
Simultaneamente ao lançamento do CD, um documentário sobre as gravações e as experiências em Seattle, dirigido por Fabio Seidl e Raphael Erichsen, poderá ser assistido no site da banda, a partir de março. Além de imagens em estúdio dos músicos tocando ou em momentos de descontração, o documentário também traz o encontro da banda com Krist Novoselic (baixista e co-fundador do Nirvana) e Kim Thavil (guitarrista do Soundgarden), dentre outras curiosidades.
Banda minimiza polêmica criada na internet
No fim de janeiro, Jack Endino criticou em sua página no Facebook bandas brasileiras que tentavam cantar em inglês mas que não conseguiam ser entendidas, gerando uma grande polêmica no mundo do rock. Após críticas, o produtor se desculpou e disse que não era a intenção generalizar. A prova disso é que 7 Kinds Of Monkeys  traz Endino  avalizando a competência do projeto de Amaro Lima, que o defende: “quem conhece o Jack sabe que ele adora a música brasileira e o Brasil. Ele jamais toparia tocar no 7 Kinds of Monkeys se não achasse que poderíamos fazer um som com personalidade e qualidade. Bandas de outros países também cantam em inglês mesmo não sendo nativas na língua. Algumas são ótimas, outras nem tanto. A nossa língua é o rock.”

Texto: Assessoria de Imprensa 

Abrindo o FOTORIO 2013 - CHARLOTTE RAMPLING – ÁLBUNS SECRETOS


Centro Cultural Banco do Brasil

Abrindo o FOTORIO 2013 - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro
Inaugura

CHARLOTTE RAMPLING  –  ÁLBUNS SECRETOS

Dia 27 de maio de 2013, às 19h,

Entrada franca.

Centro Cultural do Banco do Brasil Rio marca a abertura da sexta edição do FOTORIO 2013 - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, com a inauguração da exposição Charlotte Rampling – Álbuns Secretos no dia 27 maio, às 19h, no 4º andar doCCBB. A mostra ficará aberta ao público de 28 de maio a 21 de julho, na Rua Primeiro de Março, 66, 4° andar (3808-2020) e tem entrada franca.

Apresentada pela primeira vez, ano passado em Paris, Charlotte Rampling – Álbuns Secretos chega com exclusividade ao CCBB do Rio, patrocinada pela GVT. Fruto da parceria entre o FOTORIO e a MEP - Maison Européenne de la Photographie, de Paris, a exposição leva a assinatura de Jean-Luc Monterosso e organização do fotógrafo e antropólogo Milton Guran, coordenador do FOTORIO.

A exposição será dividida em duas salas do 4º andar apresentando Charlotte Rampling na frente e atrás das câmeras. Neste encontro com Charlotte Rampling, os visitantes, já na primeira sala da mostra, conhecerá ensaios, em 24 poses, assinados por alguns dos mais importantes fotógrafos do século 20, tais como: Bettina Rheims, Helmut Newton, Alice Springs, Jeanloup Sieff, Cecil Beaton, David Lynch, David Bailey, Norman Parkinson, Juergen Teller, Jacques Bosser, Peter Lindbergh e Paolo Roversi.

Para chegar à intimidade da atriz, o público passa para a segunda sala por um portal onde seus álbuns secretos serão desvendados aos poucos. Ao fundo, uma cópia do mural fotográfico (de 2.40m x 2.90m) que ela montou ao longo de 30 anos, em seu escritório, em Paris. Fotos de família, dos filhos Barnaby e David, dos amigos, sua vida familiar. Na mesma sala, uma vitrine com seus álbuns de secretos, mostrados pela primeira vez, com as fotos de sua infância, sua adolescência, imagens que expressam um hino à vida, e também o apetite de suas viagens no Extremo Oriente.

No mesmo ambiente um vídeo instalação com monitores de TV transmitindo uma música original, composta especialmente para ela, por Jean Michel Jarre (seu ex-marido) para esta exposição.

Charlotte Rampling – Álbuns Secretos apresenta, em dois grandes momentos, a personalidade de uma estrela que sempre foi envolvida por um mistério refletido estranhamente por seu olhar. De um lado, fotos que ela inspirou os grandes nomes do século 20 e, de outro, abrindo generosamente seus álbuns de família, revelando a vida de uma mulher comum, fotografando sua intimidade. Porque, Charlotte Rampling  é “une femme pas comme les autres”.


FICHA TÉCNICA:
Organização: Milton Guran
Curadoria: Jean-Luc Monterosso
Design: Mel Guerra

SERVIÇO:

Charlotte  Rampling  –  Álbuns Secretos
Exposição de 24 imagens de David Bailey, Norman Parkinson, Juergen Teller, Jacques Bosser, Peter Lindbergh e Paolo Roversi. Um painel de fotos de Charlotte Rampling.
Curadoria: Jean-Luc Monterosso MEP - Maison Européenne de la Photographie, de Paris
Organização de Milton Guran
Centro Cultural Banco do Brasil,
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, salas 8 e 26 do 4º andar  
Telefone: (21) 3808-2020
Inauguração, para convidados, dia 27 de maio, às 19h
Visitação: de 3ª a dom., de 9h às 21h.
Término: dia 21 de julho
Entrada franca.
Metrô: Uruguaiana
Facilidades para deficientes

Texto: Divulgação

Espaço de Memória Bernardo Monteverde Exposição permanente aborda história da construção civil



A história da construção civil e da terceirização de serviços no Brasil tem vários capítulos e num deles certamente se insere a obra do empresário Bernardo Monteverde.
Empreendedor que sempre agregou valores humanitários na sua carreira empresarial,  Monteverde vivenciou uma rica experiência ao longo do seu percurso e que  pode ser conhecida através de objetos,  documentos,  fotos e arquivos expostos no Espaço de Memória Bernardo Monteverde,  no centro.
Este vasto acervo narra uma  parte significativa da trajetória da construção civil no país bem como a carreira deste pioneiro. 
O árduo inicio da trajetória de Bernardo Monteverde  foi marcado por viagens pelo país afora como mascate.  Apesar das dificuldades, a perseverança sempre foi um traço forte no descendente de imigrantes europeus,  nascido em Santa Catarina(1908/1997). 
Movido pela persistência e determinação,  ele  foi obtendo conquistas no setor da construção civil,  manutenção, conservação e desinfecção hospitalar.
Homem  de visão,  ao mesmo tempo construiu edificações pelo Brasil afora, como por exemplo, o prédio da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, abrigos e pontes do Parque Nacional de Itatiaia(RJ)e o aeroporto de Cuiabá(MT), agências do Banco do Brasil em diversas cidades como:  Itabuna(Bahia)  e Conselheiro Lafaiete(MG) entre outras,  com a marca da Monteverde Engenharia,  fundada há 70 anos.
Outra forte característica do empresário foi a preocupação com a inclusão social: perto do Natal de 1940,  Bernardo premiou seus funcionários com uma caderneta de poupança.
A força da idéia deu origem a proposta do 13º salário,  implantado posteriormente pelo presidente Getulio Vargas.
Em outra etapa, o pioneirismo de Bernardo Monteverde levou o empresário a erguer diversas construções na então nascente capital federal  Brasília,  convocado pelo então presidente Juscelino Kubitschek. Alem disso, sua empresa preparou com toque de classe outros edifícios públicos da cidade para a inauguração.
Incansável,  Bernardo Monteverde extrapolava a atividade empresarial e teve olhos para desenvolver  vários projetos humanistas,  de filantropia;  tendo se tornado um mecenas que patrocinou vários projetos culturais que resultaram em títulos de reconhecimento,  como os  de cidadão benemérito do Rio de Janeiro e de Brasília.  Faleceu  em 1997.

Espaço de Memória Bernardo Monteverde

Exposição permanente
Local: rua Evaristo da Veiga,  55/5º - Centro – cep: 20031-040
Funcionamento: de 2ª feira a 6ª feira,  das 10h às 15h(exceto feriados)
Tel: (21) 2240-4747
Entrada franca

Visite o sitewww.monteverde.srv.br
e-mail:  espacodememoria@monteverde.srv.br

Texto: Divulgação

#exposição


#exposição


#exposição Iole de Freitas


Pedro Motta vence 9ª edição do prêmio BESphoto


#curso




Duo Santoro lança, dia 28 de maio, no Espaço Tom Jobim, o aguardado “Bem Brasileiro”, primeiro disco em 20 anos de carreira


Em atividade há mais de duas décadas, com uma história profissional consagrada tanto na música erudita quanto na popular, o Duo Santoro, formado pelos irmãos Paulo e Ricardo Santoro em 1990, vai lançar, no próximo dia 28 de maio, terça-feira, às 20:30h, no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico, o seu tão aguardado primeiro disco, “Bem Brasileiro”, pela gravadora A CASA DISCOS, totalmente dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos. Com direção artística do pai, o contrabaixista Sandrino Santoro, com quem os gêmeos iniciaram seus estudos desde meninos, e produzido por Sergio Roberto de Oliveira – indicado ao Grammy Latino 2012 pela produção do CD “Prelúdio 21 – Quarteto de Cordas” -, o CD reúne obras de compositores expoentes da nossa música, em formação para duo de violoncelos, em um repertório que joga luz nas diferentes tonalidades que formam a música brasileira.
O título “Bem Brasileiro”, em menção à célebre frase de Heitor Villa-Lobos, revela a brasilidade presente em todas as faixas do CD, que se inaugura com “O Trenzinho do Caipira”, uma das melodias villalobianas mais populares, com adaptação singular dos irmãos Santoro. O polonês Waldemar Szpilman, nascido em 1915 e imigrado para o Brasil em 1925, é representado pela obra “Choro”, reveladora do seu trânsito fácil entre as músicas de concerto e popular. “Três Temas do Folclore”, do contrabaixista e compositor Ricardo Medeiros, traz impressa a singeleza do primeiro movimento e a crescente ênfase nos seguintes. O compositor alemão Ernst Mahle, naturalizado brasileiro em 1962, alça destaque com “Três Duetos Modais, escritos em 1974, denotando a forma natural como incorporou os elementos brasileiros em sua formação musical europeia. A “Modinha”, de Franciso Mignone, obra conhecida como o segundo movimento da sonata para dois fagotes, ganha adaptação para dois violoncelos sem muitas alterações do texto original. O argentino José Alberto Kaplan, naturalizado brasileiro em 1969, escreveu “Nazareteando” especialmente para o Duo Santoro, não escondendo no título a inspiração de Ernesto Nazareth.
O disco traz outras grandes surpresas como o compositor mineiro radicado no Rio de Janeiro Alexandre Schubert, com sua peça “Duo”. “Choro Seresteiro”, escrito por Osvaldo Lacerda em 1974, imprime um ar de seresta ao disco, e Ernani Aguiar surge em “Seis Duetos”, compostos em 1985, reunidos aqui pela primeira vez em sua forma integral. Escrita originalmente para contrabaixo e orquestra de câmara, “A 7° Folha do Diário de um Saci”, de Edmundo Villani-Côrtes, inspira-se no folclore brasileiro, enquanto a “Cantiga e Desafio”, do carioca João Guilherme Ripper, traz trechos de acentuada polifonia e mudanças de andamento e métrica. Sergio Roberto de Oliveira encerra com o seu “Bis”, escrita em 2012 especialmente para este CD e dedicada ao Duo Santoro.  


Duo Santoro
Nascidos no Rio de Janeiro, os gêmeos Paulo e Ricardo fazem parte da Orquestra Sinfônica Brasileira desde 1986 e da Orquestra Sinfônica da UFRJ desde 1989, no mesmo ano em que se graduaram pela Escola de Música da UFRJ com nota máxima e dignidade acadêmica Magna Cum Laude. Com Mestrado em Música, já se apresentaram como solistas à frente de várias orquestras, além de participarem de outras formações camerísticas distintas, tais como Trios, Quartetos e outros Duos.
Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto do Brasil. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos que vai do erudito ao popular. As transcrições e arranjos para violoncelos são assinados, na sua maioria, pelo próprio Duo. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo.
No ano de 1992, tiveram seu trabalho reconhecido através das condecorações "Medalha de Ouro" e "Medalha de Prata" conferidas pela Escola de Música da UFRJ, iniciando, a partir daí, participações constantes em gravações para televisão e rádio. Já tocaram ao lado de mestres da música popular como Sivuca, Robertinho do Recife, Bibi Ferreira, Maria Bethânia e Gilberto Gil, entre outros; e em palcos teatrais ao lado dos atores Carlos Vereza e Nathalia Timberg, além de participações em discos de Guilherme Arantes, Simone, Almir Sater e Roberto Carlos, entre outros.
Em 1995, Paulo e Ricardo Santoro receberam por unanimidade da "União Brasileira de Escritores" o Prêmio PERSONALIDADE CULTURAL. Nas comemorações dos 20 anos do Duo Santoro, em 2010, se apresentaram em praticamente todo o Brasil e na República Dominicana, coroando o ano com um recital no famoso Carnegie Hall de Nova York.

SERVIÇOS:

28 de MAIO (terça-feira)
Rio de Janeiro
Local: Espaço Tom Jobim
Rua Jardim Botânico, 1.008, Jardim Botânico
Hora: 20:30h
Entrada: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (idosos e estudantes)
Informações:  (21) 2274-7012
Estacionamento Grátis

Programa:

ALEXANDRE SCHUBERT      -      DUO*
Jovial
Lento
Vivo

RICARDO MEDEIROS -      TRÊS TEMAS DO FOLCLORE
Murucututu (Acalanto)
Meu Balaio (Baralho)
Boi Misterioso (Reisado)

SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA - Bis*

JOÃO GUILHERME RIPPER - Cantiga e Desafio*

ERNANI AGUIAR - Seis Duetos

HEITOR VILLA-LOBOS -        Prelúdio das Bachianas Brasileiras nº 4
     Ária das Bachianas Brasileiras nº 5
     O Trenzinho do Caipira

ERNESTO NAZARETH - Brejeiro

*Música dedicada ao Duo Santoro

Texto: Assessoria de Imprensa

Maria Peters expõe na Barra


Teatro infantil ‘Pinóquio’ anima o Santa Cruz Shopping


O Santa Cruz Shopping vai divertir a criançada no dia 26 de maio (domingo), com o clássico ‘Pinóquio’. A peça é gratuita e começa às 17h, no corredor da loja The Guest.

O boneco de madeira que ganhou vida pelas mãos de uma fada, é conhecido por sua fama de mentiroso e por suas peraltices. Seu pai e criador Gepeto, o Grilo Falante e o Gato Fígaro vão fazer de tudo para levá-lo para o bom caminho. A vida de Pinóquio muda para melhor quando ele demonstra sua coragem e carinho por Gepeto ao salvá-lo da Baleia Branca.

SERVIÇO:

Teatro infantil ‘Pinóquio’ anima o Santa Cruz Shopping
Data: 26 de maio  (domingo)
Horário: 17h
Local: Corredor da loja The Guest
Entrada: Gratuita
Direção: Bruno Comitre
Elenco: Bruno Comitre, Bruno Borges, Carolina Amaral, Brendo Amaral

O Santa Cruz Shopping fica na Rua Felipe Cardoso, 540 – Santa Cruz - Tel: (21)2418-9400.

9º Encontro de Corais Judaicos


A música e a cultura judaica estarão em evidência no Rio de Janeiro nos dias 8 e 9 de junho, no Clube Hebraica-Rio. Cerca de 10 corais estarão reunidos no 9º Encontro de Corais Judaicos Professor Jaques Niremberg. Cada coral, composto de 20 a 30 vozes, apresentará um repertório com músicas normais e judaicas, cantadas em Ladino, Iidiche, Hebraico e Português.

Serviço
9º Encontro de Corais Judaicos Professor Jaques Niremberg
8 e 9 de junho
17h – Salão Nobre - Grátis
Clube Hebraica-Rio
Rua das Laranjeiras, 346 / 4º andar – Laranjeiras 

#música


Na quinta (30/05), o cantor Pablo Cezimbra faz um show com os maiores sucessos da MPB de Sá e Guarabyra até o rock direto do Barão Vermelho. Além de tocar um blues ou o rock como era feito antigamente: Muddy Waters, Eric Clapton, Elvis, Beatles, Creedence e Dire Straits são sons que nunca do seu repertório. 
Horário de Funcionamento: 19h às 20h. - Entrada Gratuita - Praça de alimentação, 3º piso. Shopping Bay Market: Av. Visconde do Rio Branco, 360  Centro  NiteróiTel: 2620-2330

Texto: Divulgação

Peça “A Revolta dos Brinquedos” agita o Domingo Divertido no Shopping Plaza Macaé


No próximo dia 26, o Shopping Plaza Macaé realiza mais uma edição do Domingo Divertido. Desta vez, as crianças poderão conhecer a história “A Revolta dos Brinquedos”, que será apresentada na Praça de Alimentação do Shopping, a partir das 15h. A entrada é gratuita e as crianças devem estar acompanhadas pelos pais ou responsáveis.

A peça fala sobre uma menina que vivia maltratando os seus brinquedos. Um dia, cansados dessa atitude da criança, eles resolvem fazer o mesmo com ela. Ficam revoltados e começam a maltratá-la e a julgá-la. Mas, será que isso é o correto? E será realidade ou apenas um sonho?

A mensagem ao final do espetáculo é de grande importância para os pequenos. De uma forma divertida,  as crianças são alertadas quanto ao infeliz ato de desdenhar e não cuidar daquilo que têm. O intuito é falar de valores como o respeito, o carinho e a gratidão.

O Domingo Divertido já apresentou vários clássicos do teatro infantil este ano, com realizações quinzenais desde fevereiro. E, ainda há mais peças previstas para este semestre, entre elas, “O Casamento na Roça” e “O Mágico de Oz”.

O projeto é realizado através de parceria entre o Shopping Plaza Macaé e a Cia Teatral Arte Rio, que tem grande experiência e atua com o objetivo de levar informação e formação às crianças, bem como incentivar o raciocínio e a leitura.
O Shopping Plaza Macaé fica na Avenida Aluisio da Silva Gomes, 800 – Granja dos Cavaleiros. Mais informações pelo telefone (22) 3311-5454 ou pelo site www.shoppingplazamacae.com.br

Serviço:
Domingo Divertido
Peça: “A Revolta dos Brinquedos”
Data: 26 de maio (domingo)
Horário: a partir das 15h
Local: Praça de Alimentação do Shopping Plaza Macaé
Entrada gratuita. As crianças devem estar acompanhadas dos pais ou responsáveis.

Texto: Divulgação - Assessoria de Imprensa

#Cinema SHOPPING PLAZA MACAÉ


PROGRAMAÇÃO DO CINEMAGIC DO SHOPPING PLAZA MACAÉ DE 24 A 29 DE MAIO

Sala 1
Velozes e Furiosos 6 – 14 anos – Dublado
14h20 | 16h50 | 19h20 | 21h50

Sala 2

ATÉ 28/05 - Giovanni Improtta – Livre – Nacional
17h10 | 21h40

ATÉ 28/05 - Homem de Ferro 3 – 12 anos – Dublado
14h40 | 19h10

A PARTIR DE 29/05 - Faroeste Caboclo – 14 anos – Nacional
15h00 | 17h00 | 19h10 | 21h30

Sala 3
Velozes e Furiosos 6 – 14 anos – Legendado
13h50 | 16h20 | 18h50 | 21h20

Sala 4
Reino Escondido 3D – Livre – Dublado
13h50 | 15h50 | 17h50 | 19h50

Homem de Ferro 3 – 3D – 12 anos – Dublado
21h50

Sala 5

O Massacre da Serra Elétrica – 18 anos – Legendado
17h10 | 21h30

Somos Tão Jovens – 14 anos – Nacional
15h00* | 19h20
*Horário válido somente sexta, sábado e domingo

Sinopses:
Velozes e Furiosos 6 – Desde que o golpe de Dom e Brian no Rio de Janeiro deixou o grupo com US$100 milhões, os heróis se espalharam pelo globo. Mas a incapacidade de voltar para casa e viver em um lar tornou suas vidas incompletas. Enquanto isso, Jobbs esteve perseguindo uma organização de mercenários sobre rodas, um grupo de homens cruéis divididos em 12 países, cujo mentor tem ajuda da destemida Letty, a antiga namorada de Dom, que ele acreditava estar morta.

Giovanni Improtta - Giovanni Improtta é um contraventor que sonha com a ascensão social. Ao saber que a lei dos cassinos está sendo negociada nos bastidores ele resolve entrar para o ramo. Para limpar sua imagem, recorre ao vereador evangélico Franklin, que lhe consegue o título de cidadão honorário do Rio de Janeiro. Apesar de ser casado com Marilene, Giovanni mantém um caso tórrido com Patrícia, filha de um figurão.
Homem de Ferro 3 - Quando Tony Stark tem sua vida pessoal destruída, embarca em uma angustiante busca para encontrar os responsáveis. Sem saída, Stark é deixado para sobreviver por conta própria, confiando em seus instintos para proteger aqueles mais próximos a ele. Enquanto busca o caminho de volta, ele descobre a resposta para a pergunta que secretamente o atormentava: o homem faz a armadura ou a armadura faz o homem?

Faroeste Caboclo - João (Fabrício Boliveira) deixa Santo Cristo em busca de uma vida melhor em Brasília. Ele quer deixar o passado repleto de tragédias para trás. Lá, conta com o apoio do primo e traficante Pablo (César Troncoso), com quem passa a trabalhar. Já conhecido como João de Santo Cristo, o jovem se envolve com o tráfico de drogas, ao mesmo tempo em que mantém um empregro como carpinteiro. Em meio a tudo isso, conhece a bela e inquieta Maria Lúcia (Ísis Valverde), filha de um senador (Marcos Paulo), por quem se apaixona loucamente. Os dois começam uma relação marcada pela paixão e pelo romance, mas logo se verá em meio a uma guerra com o playboy e traficante Jeremias (Felipe Abib), que coloca tudo a perder.


Reino Escondido - Em Reino Escondido, uma adolescente é magicamente transportada para um universo secreto e vai precisar contar com a ajuda dos seres fantásticos que o habitam para conseguir salvar o mundo dos humanos e esse novo reino que ela descobriu de uma força maligna, que ameaça destruir a Terra.

O Massacre da Serra Elétrica - 1974, uma pequena cidade no interior do Texas. Uma garota escapou de um massacre que matou cinco pessoas e é criada sem saber a verdade sobre seu passado. Já adulta, Heather Mills (Alexandra Daddario) é surpreendida ao ser informada que é a beneficiária da herança de uma avó que nem sabia existir. Ao lado dos amigos Nikki (Tania Raymonde), Ryan (Trey Songz) e Kenny (Kerum Milicki-Sanchez), Heather viaja ao Texas para conhecer a mansão que herdou. Entretanto, ela tem duas regras a seguir: não pode vender a mansão e precisa seguir à risca as instruções deixadas pela avó em uma carta. O problema é que, antes mesmo de abrir esta carta, Heather é surpreendida por outro parente que também sobreviveu ao massacre de décadas atrás.

Somos Tão Jovens – Somos tão Jovens conta a emocionante e desafiadora história da transformação de Renato Manfredini Jr. no mito Renato Russo, revelando como um rapaz de Brasília, no final da ditadura, criou canções como: Que País é Este, Música Urbana, Geração Coca-Cola, Eduardo e Mônica e Faroeste Caboclo, verdadeiros hinos da juventude urbana dos anos 80 que continuam a ser cultuadas geração após geração por uma crescente legião de jovens fãs.


Ópera na EAV

Ópera Sonho de Uma Noite de Verão 
Baseada na peça homônima de William Shakespeare e dirigida por André Heller-Lopes, a ópera Sonho de Uma Noite de Verãocomemora o centenário de Benjamin Britten.
A montagem é inédita no Brasil e conta com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura e o apoio do British Council e Britten-Pears Foundation. Contando com um elenco inteiramente nacional, que traz algumas das mais belas vozes em atuação no país, a ópera é uma parceria com a OSB Ópera e Repertório, com regência do Maestro Roberto Tibiriça.
23 de maio de 20h às 23h - Estreia | Área Verde
25 de maio de 20h às 23h - Apresentação | Área Verde
26 de maio de 17h às 20h - Apresentação | Área Verde
Venha de transporte coletivo.

Obras de Cândido Portinari, Hélio Oiticica e Oscar Niemeyer compõem a mostra “Arte & Política” no Memorial Getúlio Vargas.





O nome de Getúlio Vargas logo nos remete, claro, à política. Presidente do Brasil em dois mandatos distintos imprimiu sua marca na história desse país, sendo considerado ora ditador (1930 a 1945), ora o “pai dos pobres” (1950 – 1954). Mas, para dar a roupagem que queria a seus governos, soube se valer da arte para moldar o Brasil que vislumbrava.

Foi nesse contexto, por exemplo, que a Rádio Nacional, fundada em 1936 e encampada em 1940 por Vargas, passou a ser utilizada para disseminar um modelo de Brasil moderno, que visava a construção de uma identidade nacional alinhada aos ideais do Estado Novo (1937-1945), que exaltava acima de tudo o trabalhador. O rádio, então o veículo de maior alcance entre a população na época, ajudou a propagar os ideais políticos de Vargas e junto com isso, deu fama a nomes como Ary Barroso, Carmem Miranda, Geraldo Pereira, Assis Valente, Luiz Gonzaga e tantos outros.

Por outro lado, artistas que não estavam alinhados à política de Vargas eram perseguidos.  Prova disso é a criação do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), que orientava e censurava a produção cultural da época. Política e Arte. Arte e Política.

É esse, aliás, o fio condutor da exposição de estreia do Memorial Getúlio Vargas.

Intitulada “Arte & Política: enfrentamentos, combates e resistências”, a exposição estreia dia 14 de maio e traz nomes como Cândido Portinari, Hélio Oiticica, Oscar Niemeyer, Lasar Segall e Rubens Gerchmann.

Como sugere o nome da exposição, o ponto em comum entre os artistas da mostra é a junção de sua arte com o engajamento político, manifestado mais fortemente em uns do que em outros, mas de alguma forma presente no trabalho de todos eles.

A mostra “Arte & Política: enfrentamentos, combates e resistências”, será a primeira exposição do Memorial Getúlio Vargas, inaugurado em agosto de 2004 pela Prefeitura do Rio.
Situado em uma praça histórica do bairro da Glória, o espaço foi projetado pelo arquiteto Henock de Almeida. Descendo ao subterrâneo deste espaço urbano público e adentrando no Memorial, você pode "viajar no tempo" e tornar verdadeira a frase do poeta: "a praça é do povo"!

Com curadoria de Marcus Lontra Costa, a mostra patrocinada pela secretaria municipal de cultura do Rio de Janeiro, desvela as estratégias e tensões da arte moderna e contemporânea diante do conturbado cenário político da história republicana brasileira ao longo do século XX. Reunindo obas de mais de 20 artistas nacionais e internacionais, a mostra “Arte & Política” estrutura-se tendo como marco três décadas distintas: 30, 50 e 70:
Década de 30, o enfrentamento: o movimento modernista no Brasil, iniciado oficialmente com a Semana de Arte Moderna de 1922, trouxe ao país um processo cultural forte e genuinamente brasileiro que permitiu que as gerações futuras rompessem com o academicismo vigente e começassem um trabalho bastante revolucionário para a época. As obras de Di Cavalcanti, Lasar Segall e Cândido Portinari retratam bem esse período em que o Brasil olha pra si mesmo, refletindo em seus traços e cores o Nordeste, as curvas da mulata, o trabalhador rural, o sambista e as mazelas da sociedade, como a miséria. Aqui, é interessante frisar que entre os artistas brasileiros Di Cavalcanti foi o primeiro a adotar uma postura política mais radical. Chegou inclusive a se filiar ao Partido Comunista. Com isso, passou a ser perseguido e ainda nos anos 30, acabou preso por duas vezes. Assim como Di Cavalcanti, Portinari também se filiou ao Partidão. A ditadura estadonovista de Vargas taxava os artistas: perseguia os que não difundiam seus ideais e apoiava os que eram alinhados ao seu governo.

Estou com os que acham que não há arte neutra. Mesmo sem nenhuma intenção do pintor, o quadro indica sempre um sentido social”.
(Cândido Portinari)
Década de 50, o combate: ainda sob influência desse modernismo iniciado anos atrás, a produção cultural no Brasil busca cada vez mais a inserção de sua própria modernidade, com suas próprias características. Getúlio Vargas no poder, não mais como ditador, mas como presidente eleito, faz um governo populista e é aclamado o “pai dos pobres”. É dessa época a campanha até hoje lembrada de “O petróleo é nosso”, que viria, pouco depois, dar margem à criação da Petrobras. Os militares, porém estavam descontentes com Vargas. Os conflitos e tensões aumentaram. Pairava o risco de um golpe militar. Golpe esse que Vargas, ao se suicidar, evitou que acontecesse, naquele momento. Em sua carta-testamento registrou as tensões dos bastidores da política: “Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.” Com isso, os militares tiveram que esperar por mais 10 anos até conseguir concretizar o golpe militar. Em 1956, Juscelino Kubitschek é eleito o novo presidente do Brasil. Junto a Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, tornam um sonho em realidade: idealizam e constroem Brasília, a nova capital federal. É a época dos movimentos concretistas, percebidos na arquitetura e nas artes plásticas. É o Brasil otimista, ufanista, que olha para o futuro e para si mesmo. Internacionalmente, o panorama político é marcado pela Guerra Fria, que opõe capitalistas x socialistas. O medo dos comunistas, do chamado “perigo vermelho” se tornará cada vez mais presente.
Urbanismo e arquitetura não acrescentam nada.
Na rua, protestando, é que a gente transforma o país.”
(Oscar Niemeyer)

Década de 70, a resistência: o país vivia sob uma ditadura militar que cerceava direitos e calava as pessoas. A arte, até onde foi possível, foi o canal de denúncia e resistência, fosse na música, no cinema ou nas artes plásticas.  Com o endurecimento da ditadura, após o AI-5 instituído em dezembro de 68, produzir arte em plena ditadura ficou ainda mais difícil. O caminho encontrado por muitos artistas para os dilemas culturais da época foi trilhar um caminho ainda mais radical,  transgressor e marginal. É nesse contexto que se insere, por exemplo, Hélio Oiticica. Com sua obra experimental e inovadora, é considerado por muitos como um dos artistas mais revolucionários de seu tempo. Além de Oiticica, veremos também os trabalhos de Rubens Gerchman, Carlos Sciliar, Antônio Manuel e outros. Em comum, expressões artísticas que desempenham um papel de resistência, sempre com uma temática crítica e de denúncia.
“Seja marginal, seja herói”.
(Hélio Oiticica)

Raridades:

- Desenhos inéditos de Oscar Niemeyer
- Álbum de desenhos que Carlos Scliar fez com retratos de Prestes nos anos 40, e depois nos 90 anos.
- Bandeira original de Hélio Oiticica (Seja marginal seja herói)
- Réplica da mão do memorial da América Latina
- mais de 20 artistas nacionais e internacionais
- Zero Cruzeiro de Cilo Meirelles
- Zero Dollar de Cildo Meirelles

Artistas que farão parte da mostra:
·         Lasar Segall
·         Di Cavalcanti
·         Ernesto de Fiori
·         Cândido Portinari
·         Carlos Scliar
·         Marcelo Grassmann
·         Mário Gruber
·         Cláudio Tozzi
·         Thereza Miranda
·         Glênio Bianchetti
·         Danúbio Gonçalves
·         Antonio Dias
·         Lívio Abramo
·         Rubens Gerchman
·         Hélio Oiticica
·         Carlos Vergara
·         Ana Maria Maiolino
·         Artur Barrio
·         Antônio Manuel
·         Entre outros...

Serviço:
Exposição: “Arte & Política: enfrentamentos, combates e resistências”.
Local: Memorial Getúlio Vargas
Endereço: Praça São Luiz de Camões s/n - Glória
Data: 14 de maio a 01 de julho
Horários: de terça à sábado de 10 às 17h.
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
Mais informações: (21) 2245-7577

Texto: Divulgação - Assessoria de Imprensa

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