Exposição Atemporal 3ª edição e Lançamento do Livro Atemporal 2014

Vamos prestigiar!


Chá da Tarde | Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa

A Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa recebe, sempre às terças–feiras, o novo espetáculo genuinamente brasileiro “Samba, Fina Estampa”, durante o tradicional chá musical das 16h.

Neste sábado (1º/11) à noite, o sertanejo no Maevva, em São Paulo, está por conta do cantor Bruno Araujo

São Paulo, 30 de outubro de 2014 – O cantor Bruno Araujo, que tem conquistado cada vez mais o coração dos amantes do sertanejo, se apresenta neste sábado (1º/11) no Maevva, em São Paulo, a partir das 23h30.

LUCINHA ARAÚJO DISPONIBILIZARÁ ACERVO DE CAZUZA PARA CATALOGAÇÃO E DIGITALIZAÇÃO

A partir de março de 2015 toda a obra de Cazuza estará disponível para catalogação, digitalização e acondicionamento e, depois de dezoito meses, prazo este estimado para o término do projeto, ficará disponível para visualização, pesquisa e download via internet.

Preocupação com a preservação do meio ambiente é tema de exposição gratuita apresentada pela Aliança Francesa

CONCEBIDA PELO ESCRITOR E HISTORIADOR FRANCÊS JEAN PIERRE GUÉNO, A EXPOSIÇÃO FAZ REFERÊNCIA ÀS REFLEXÕES DE ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY EM RELAÇÃO À DESTRUIÇÃO DO PLANETA NA CLÁSSICA OBRA “O PEQUENO PRÍNCIPE”

Inserida a Programação Científica de 2015, a Aliança Francesa do Rio de Janeiro apresenta a exposição “A Herança da Terra - Salvar o planeta do Pequeno Príncipe” que retrata as preocupações com o meio ambiente que o autor Antoine de Saint-Exupéry já demonstrava, de modo visionário na década de 40, na época em que escreveu o livro “O Pequeno Príncipe”. O Museu Ciência e Vidarecebe a mostra a partir de 06 de novembro com mais de 30 painéis, com belas fotografias da Terra e do Universo feitas pela NASA, CNES (Centro Nacional de Estudos Espaciais do Governo francês) e ESA (Agência Espacial Europeia), e pelo renomado fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand.

'Enigmas' de Jung em exposição no Parque das Ruínas

O artista plástico Jung, Wladimyr segue, até dia 19 de outubro, no Parque das Ruínas, em Santa Teresa, com a exposição “Enigmas”. Todos os sábados de tarde (14 às 18 hs) ele estará recebendo os visitantes. Resultante de sua pesquisa pictórica iniciada há 14 anos, a mostra reúne além das obras, vídeo, visitas mediadas e encontros com o artista. Por meio dessas interações o público poderá conhecer mais sobre o processo criativo que resultou na série “Enigmas”.






Na série ‘” Enigmas”, Jung trata sua própria obra como um arqueólogo, investigando fragmentos e detalhes que foram impressos ao longo do caminho e assim corpos, órgãos, células, microvilosidades, tecidos e vértebras são ampliados e mapeados como “radiografias pictóricas”. Sentidos e sentimentos são reconstruídos a partir de vestígios, fragmentos, aparas, escorridos, restos, sobras, faltas. Jung, incansável, insaciável, propõe um embate de múltiplas associações fluídicas. Nas palavras de Sonia Garcez, “a fragmentação é uma abstração do sujeito e Jung percorre novas travessias em sua capacidade criadora e inquietações, legitimadas em suas obras. São constelações de elementos que promovem múltiplos sentidos num movimento constituído de espaços semióticos tais como a irregularidade, colocando sua obra no âmago do discurso contemporâneo”.

Sobre o artista
O artista é formado em Direito e possui trajetória artística em ascensão, iniciou suas atividades em atelier livre no ano de 2000. Sua pintura começou na rua e o aprimoramento do desenho veio com os estudos junto ao mestre Bandeira de Melo em 2007. Aluno da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), frequentou os cursos de teoria ministrados nesta instituição por grandes nomes do cenário artístico nacional, como os professores Paulo Sergio Duarte, Franz Manata e João Magalhães.

Obras
Participou este ano pela terceira vez da Feira Artigo 2014 com grande sucesso - sendo que na edição 2013 foi indicado ao Prêmio “Trajetória”. Sua última exposição aconteceu na Sergio Gonçalves Galeria, quando participou da coletiva “Quem viver, Verão!”. Jung tem se destacado em mostras coletivas como “Salve Jorge”edição de 2014 na Sergio Gonçalves Galeria e em 2013 no Espaço EU, VIRA-Rio e nas individuais “Faces do Volume” (Galeria TNT/2011),“Abstração Gestual” e “As Cores de Jung”(Galeria Rodin no Shopping Cassino Atlântico/2011-2009, respectivamente) “ Enigmas “ é sua primeira exposição em espaço público.

Jung possui obras em acervos públicos e privados do país e do exterior, Desde 2010 é representado pela Galeria TNT e tem suas obras em papel disponíveis em Márcia Zoé Ramos | Escritório de Arte que assina o projeto expositivo “ Enigmas”.

Como autêntico carioca Jung mantém seu ateliê no centro boêmio do Rio de Janeiro, no bairro da Lapa. O local é destinado à criação, pesquisa, e reelaboração da arte.

Serviço:
Exposição: “Enigmas”, de Jung, Wladimyr
Local: Parque das Ruínas - Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa, Rio de Janeiro –RJ.
Período de exposição: até 19 de outubro de 2014, de terça a domingo, de 8h às 20h
Produção/ Curadoria: Marcia Zoé Ramos|Escritório de Arte
Texto apresentação: Jorge Salomão


Inauguração da mostra:























Texto: Chandra Santos

Fotos das obras: Ana Tavares

Fotos da abertura da Exposição: Chandra Santos


Projeto Especial Varanda : Raimundo Rodriguez – Latifúndios

Alegria, alquimia e generosidade seriam três palavras que podemos atribuir ao artista Raimundo Rodriguez. Alegria como Espinosa reivindicava para os afetos geradores de potência de agir na vida. Esta alegria imanente do artista se atualiza pelo compromisso com a renovação do sentido do encontro com a matéria e refugo do mundo. A atenção do Raimundo se desloca dos objetos que estão em uso e mergulha no ferro velho, rompendo com o ciclo de decomposição e abandono das latas e materiais usados. Sua prática artística é também da alquimia, pois entende que toda matéria é uma forma de energia em diferentes estados de consciência.
Através destas superfícies diferenciadas de ferrugem expõe-se a transitoriedade da existência, resgatando também questões da arte póvera dos anos 60, com a autenticidade de quem nasce e vive na periferia e margem do Grande Rio.

Porém, Raimundo também atualiza e transborda o construtivismo das superfícies moduladas da Lygia Clark expostas no salão do museu, unindo, através de sua polifonia cromática, a varanda do museu à paisagem e mundo como uma presença musical que reinventa a arte na natureza. Assim, o artista devolve ao mundo a
matéria largada na sombra do consumo transmutada em estado inaugural de matéria lúcida da arte.

É diante da paisagem do MAC que percorremos o Jardim das delícias, os Armários (coisários) – tais quais, gabinetes de curiosidade contemporâneos, e o Mar de Ilusões produzidos por Raimundo. A generosidade do artista se traduz como transbordamento vital, antes de mais nada, de sua prática incansável que reverte o sentido de decomposição – entropia e caos da vida, para uma outra ordem geradora de pulsações e polifonias. Cor e som ressoam pela varanda como renascimento estético e simbólico da matéria através do jogo de policromia da existência ou do construtivismo existencial de ser artista. Podemos reconhecer nessas composições uma espécie de sinfonia visual – um coral de latas – que se re-significam como materialismo espiritual da arte.

Inauguramos com muita alegria esta ocupação especial na varanda do MAC que ativa tão bem os elos e irradiações deste museu com a paisagem e sociedade através dos muros do Macquinho – Plataforma Urbana Digital. 

Texto: Luiz Guilherme Vergara, Curador-Diretor - Museu de Arte Contemporânea de Niterói






















FOTOS: CHANDRA SANTOS

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