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Programação/ Artes Visuais (SP)

Exposição PARAISO na Galeria André
Obra de Rafael Resaffi. Divulgação: Galeria André


Entre os dias 16/08 e 11/09, a Galeria André recebe a mostra PARAISO, inciando um novo ciclo do centro cultural. Participam da mostra André Crespo, Clarice Gonçalves, Eduardo Kobra, João César de Melo, Luiza Ritter, Marco Stellato, Paulo Queiróz, Rafael Resaffi e Rodrigo Cunha. A mostra tem curadoria de Sônia Skroski.

De acordo com release recebido pelo Sete Artes: "Artistas novos foram procurados com empenho, indicações, visitas aos ateliers, análise de obras, um verdadeiro garimpo. E desta procura foram selecionados 9 artistas que farão parte da exposição PARAISO. O tema abrange além do que nossa imaginação pode chegar. Os artistas vão expor obras inéditas, criadas especialmente para a mostra.
A escolha dos artistas demonstra jovialidade das obras e dos artistas. O tema foi escolhido para proporcionar aos artistas uma performance peculiar e densa dentro do universo de cada um."

Conheça:
texto: Assessoria de Imprensa da Galeria André

André Crespo
"tem suas obras marcadas pelo hiper-realismo que transita entre o cotidiano da cidade com uma bruma de uma tonalidade só, que é sua marca registrada. Seus trabalhos retratam imagens de grandes metrópoles, pessoas e edifícios e situações corriqueiras e peculiares."

Clarice Gonçalves
"coloca cor no corpo emocional e se adapta a sensações, não só da imagem ou o manejo desta, mas em conjunto com o formato de seu suporte, propiciando outras formas de composição dentro da imagem bidimensional e em relação às outras pinturas e o espaço. Os títulos de suas obras são trechos, frases, traduções literárias, leituras e diálogos que são consumidos por muitos de nós. A afinidade entre as imagens dá-se de forma cíclica, produzindo diálogos e narrativas das mais diversas, ao serem dispostas, avizinhadas, inquilinas umas das outras."

Eduardo Kobra
"desenvolve obras que misturam o traço do grafite rico em sombra, luz e brilho. O resultado são murais tridimensionais que permitem ao público interagir com a obra. A idéia é estabelecer uma comparação entre o ar romântico e o clima de nostalgia com a constante agitação característica dos grandes centros como é São Paulo hoje. Em suas telas é possível resgatar seus traços tridimensionais."

João César de Melo
"é, aparentemente, um artista abstrato. Mas na verdade faz composições que possuem elementos, traços e cores. Como arquiteto, vê e vivencia sua obra através de um olho crítico da paisagem urbana. Em cada tela existem vários elementos que focam pequenas estruturas e que são seguidos por linhas sutis."

Luisa Ritter
"buscou diversas formas de produzir, da colagem ao desenho partindo para a pesquisa por referências, principalmente fotografias. Atualmente busca inspiração em fotografias de sua família dos anos 60 aos 80, onde as cores eram diferentes e os ângulos nada comuns. As pessoas e suas roupas, a piscina e os carros, as casas e as árvores, morros e as praias do sul – também os impressionistas e os expressionistas - são as referências para estudar e produzir um trabalho autoral. Utiliza suportes que vão da tela ao papel, até texturas que encontra em tecidos especiais, livros, capas de discos e madeiras."

Marco Stellato
"possui traço muito bem cuidado com a temática voltada para os carros antigos. Seu estilo é objetivo e marcadamente detalhista. Em óleo sobre tela executa um trabalho com inclinação cinematográfica, onde os closes de câmera registram sua constante preocupação com as possibilidades do enquadramento, tão caro aos realistas. Escolheu pintar luxuosos carros americanos, objetos de uma época marcada por crises e convulsões."

Paulo Queiróz
"tem renome internacional e desperta a atenção dos apreciadores e da crítica especializada devido ao seu conceito peculiar: suas obras reproduzem o dia a dia do ateliê com um retorno a arte em sua forma mais clássica, o desenhar."

Rafael Resaffi
"faz seu pincel viajar pelas cenas urbanas da cidade de São Paulo de uma forma realista, sobrepujando cores fortes e chocantes, com a utilização máxima do vermelho e do amarelo. Às vezes utiliza nuances mais suaves de cores, mas sua característica é o momento cor dos finais de tarde, como se o por do sol se impusesse na tela."

Rodrigo Cunha
"pode ser definido como artista da pós-modernidade. Sua pintura retrata homens e mulheres sozinhos, sofás no canto da casa, pedaços de uma sala, e “coisas” de casa. Na verdade Rodrigo busca a reprodução realista da figura humana pela pintura a óleo. Ele diz que o tema de sua pintura nem é tão importante assim, a abordagem é mais."

SERVIÇO:
Abertura: dia 16 de agosto de 2011, às 20hs, coquetel para convidados
Aberta ao público de 17 de agosto a 11 de setembro de 2011
Horário de Funcionamento: de 2ª à sexta-feira das 10 às 20 horas / sábados das 10 às 14 horas
As obras estão à venda.

A Galeria André fica em São Paulo: rua Estados Unidos, 2280 - Telefone 3081.6664
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